terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

ABERTURA DA COPA FUTSAL/SOCYTE DA CRIANÇA

No sábado 21/02/15 na Arena Batuca e no Espaço Capim Dourado foi realizado a abertura da COPA FUTSAL/SOCYTE DA CRIANÇA realizada por Pite.
Na Arena Batuca pela manhã houve uma partida entre São Paulo Sapeaçuense sub. 12 e Canabrava onde o São Paulo venceu por 10X2.
Pela tarde no Espaço Capim Dourado houve três partidas entre Batuca x Lins F.C A, Água Branca x Lins F.C B e Água Branca Mirim x Lins F.C Mirim.

O placar foi:
  1. Batuca 1 X 2 Lins F.C A
  2. Água Branca 1 X 1 Lins F.C B
  3. Água Branca Mirim 1 X 0 Lins F.C Mirim


TIME LINS ESPORTE CLUBE
BATUCA SUB. 10
TIME DE ÁGUA BRANCA
LINS F.C A
SÃO PAULO SAPEAÇUENSE SUB 12
COPA FUTSAL/SOCYTE DA CRIANÇA
MIRIM SUB-12 E FRALDINHA SUB-10 EDIÇÃO 2015
1.    TAÇA THIAGO NEIVA DE SENA
2.    TAÇA ERIC BUNE
LOCAL: CAPIM DOURADO E BATUCA
REALIZAÇÃO: AISDECS
ALEX SILVA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Senado aprova punição mais dura para juízes e promotores

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (6) proposta de emenda à Constituição que permite ao Judiciário e ao Ministério Público afastar, demitir e cassar a aposentadoria de juízes, procuradores e promotores envolvidos em irregularidades. Atualmente, a punição máxima nesses casos, em âmbito administrativo, é a aposentadoria compulsória.
A PEC foi aprovada em dois turnos: no primeiro, houve 64 votos favoráveis e, no segundo turno, 62 dos 81 senadores votaram a favor. Para ser promulgada, a PEC ainda passa por duas votações na Câmara dos Deputados.
O texto prevê que, nos casos de condenação com trânsito em julgado na Justiça (sem possibilidade de recurso), o juiz, promotor ou procurador será punido com a perda do cargo. Ele passará a se aposentar no regime geral do INSS, cujo teto atual é de R$ 4.159. Hoje, mesmo sendo condenados, os ocupantes desses cargos têm direito a se aposentar com com o recebimento de aposentadoria equivalente ao posto que ocupavam.
Pela PEC, assim que for aberta a ação na Justiça, o juiz ou membro do MP fica afastado por 90 dias. Ele permanece em regime de indisponibilidade por até 2 anos, período no qual recebe salário proporcional ao período trabalho. Só depois da condenação ele tem o salário normal cortado.
Qualquer crime
O texto não especifica os tipos de crime que levará à perda do cargo. No entanto, segundo o relator da proposta, senador Blairo Maggi (PR-MT), a proposta valerá para condenação para qualquer tipo de delito. “Não tem distinção se é crime leve, hediondo ou pesado. Cometeu o crime, ele cairá nessa condição”, disse Maggi.
“Não veremos mais no Brasil juízes e promotores que foram condenados por corrupção continuando com seus vencimentos integrais como víamos antigamente. A partir de agora, qualquer membro da magistratura ou MP que for condenado por algum tipo de perderá esses vencimentos que tinha e cairá no regime geral da previdência. Acabamos com os privilégios que tinham”.
A aprovação do texto só foi possível após o relator costurar um acordo com a categoria e com os senadores deixando a proposta mais branda que a original, que previa o fim da aposentadoria compulsória também para os casos de ato por improbidade administrativa.

“O próprio Ministério Público e a magistratura perceberam que tinham que ceder alguma coisa. Eles eram contra qualquer tipo de mudança, mas a partir das manifestações das ruas criou-se um ambiente favorável e consegui negociar com a categoria”, disse Maggi.

DILMA ROUSSEFF PROÍBE POLICIA FEDERAL INVESTIGAR CORRUPÇÃO EM SEU GOVERNO.

Brigas internas e estratégia do Planalto travam operações da PF contra corrupção
Na corporação, delegados e agentes divergem sobre atribuições; por ordem do governo, prioridade agora está em grandes eventos e combate ao tráfico de drogas

Considerada uma das instituições com maior credibilidade no País, a Polícia Federal (PF) vive uma crise de identidade. Segundo delegados e agentes, uma mudança de orientação do governo federal tem consequências diretas nas operações de combate à corrupção, que nos últimos anos se tornaram marca registrada do órgão. Além disso, segundo integrantes da corporação, a crise se agrava diante de uma disputa velada de poder entre agentes e delegados.
Leia mais: Cartilha sobre "trabalho dentro da lei" pode travar operações da PF
No ano passado, o governo Dilma Rousseff (PT) redirecionou o planejamento estratégico da PF e mudou o foco de trabalho no órgão. Se antes o órgão tinha como prioridade ações contra a improbidade administrativa e desvio de recursos públicos, hoje as ações prioritárias da PF estão voltadas ao combate ao tráfico de drogas, resguardo das fronteiras brasileiras e ações estratégicas dos grandes eventos.
Essa mudança de prioridade irritou uma parcela dos delegados e agentes da PF. Para eles, a alteração transformou a Polícia Federal de um órgão estratégico dentro do governo para uma polícia de caráter meramente administrativa. De acordo com um delegado ouvido pelo iG , a avaliação é de que, embora também sejam “importantes”, as medidas de combate ao tráfico e segurança em eventos não garantem à Polícia Federal a mesma “notoriedade” conquistada com grandes operações de combate à corrupção dos anos 2000.
Segundo fontes da PF, os principais eventos realizados este ano, como a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), entre os meses de junho e julho, praticamente paralisaram as investigações.
Hoje, a PF tem aproximadamente 13 mil servidores, incluindo os delegados. Desses, 3,5 mil servidores, entre os quais investigadores, foram deslocados especificamente para o esquema de segurança da Copa das Confederações. Os homens da PF foram usados, por exemplo, como guarda-costas do presidente da Fifa, Joseph Blatter, e do secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, no período em que eles estiveram no Brasil.
A situação foi semelhante na Jornada Mundial da Juventude. Pelo menos mil agentes e servidores da PF foram deslocados também de ações de investigação para atuar na segurança do papa .
“O órgão passa por uma falência total. Enquanto não acontecer um grande encontro para que possamos trabalhar em um novo projeto de instituição, a PF está com os dias contados”, declara o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Jones Borges Leal. Essa mudança de foco é um dos motivos apontados pela Fenapef pelo alto grau de insatisfação dos agentes. Segundo pesquisa divulgada em julho pela Fenapef, 90% dos servidores sentem-se subaproveitados. “Se antes era orgulho trabalhar na PF, hoje servidores mais antigos contam os dias para entrar com pedido de aposentadoria”, diz Leal.
Disputa
Se de um lado a mudança de foco e os constantes contingenciamentos de investigadores são apontados como um obstáculo ao combate à corrupção, do outro delegados e agentes disputam o poder para comandar e dar encaminhamento às investigações.
Os delegados reclamam de atos de insubordinação de agentes. E os investigadores se proclamam vítimas de assédio moral e alegam que, somente no ano passado, 12 servidores teriam cometido suicídio por esse motivo. Uma assertiva classificada como desonesta pelos delegados.
Hoje, os agentes lutam por uma reestruturação da PF e querem dividir o órgão em três áreas: polícia técnica (responsável por laudos e perícias), comandada por peritos; polícia administrativa (responsável por expedição de passaportes, por exemplo) e polícia judiciária, esta a ser comandada por delegados. Nessa estrutura, os agentes conseguiriam tirar força e poder dos delegados de polícia, responsáveis pelo comando de todas as áreas da PF.
Essa disputa de poder resultou, por exemplo, em algumas situações inusitadas. No início deste ano, o iG revelou que houve a distribuição de uma cartilha recomendando que os agentes cruzassem os braços diante de serviços que não estejam dentro das atribuições previstas em lei . Pela legislação, o responsável pelos inquéritos é o delegado de polícia. Assim, alguns agentes passaram a não transcrever escutas telefônicas das operações relacionadas ao combate à corrupção. Agora, essa função, considerada uma das mais importantes (e tediosas) do processo de investigação, passou a ser feita apenas pelos presidentes dos inquéritos.
Esses atos de indisciplina provocaram uma reação dos delegados, que pediram maior rigor do diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra. Os delegados cobram punições mais pesadas contra os investigadores que desacatem ordens superiores. “Esses agentes querem que o rabo abane o cachorro”, comparou um delegado que preferiu não se identificar.
O desentendimento entre agentes e delegados ficou ainda mais evidente em junho deste ano, quando foi expedido um comunicado interno ratificando as diretrizes da lei 12.830/2013, que regulamenta a investigação criminal dos delegados de polícia (inclusive os da PF).
Além de ratificar que cabe “ao delegado de polícia, na qualidade de autoridade policial, a condução da investigação criminal” a lei ainda afirma que o cargo de polícia é privativo de bacharel de Direito “devendo-lhe ser dispensado o mesmo tratamento protocolar que recebem os magistrados, os membros da Defensoria Pública e do Ministério Público e os advogados”. Na interpretação dos agentes, o comunicado interno obrigou os agentes de polícia a chamar os delegados da PF de “vossas excelências”. Os delegados negam.
A situação acirrou o ânimo entre agentes e delegados. “Os delegados entendem as reivindicações legítimas dos agentes, mas esperam que haja a superação desse momento de negociação com o governo para que possamos retomar as atividades da PF à normalidade”, amenizou o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Marcos Leôncio Ribeiro.
A disputa entre delegados e agentes é tão evidente que dentro da PF não houve consenso nem quanto a um posicionamento oficial relacionado à PEC 37, que retirava o poder de investigação do Ministério Público. Caso a PEC 37 tivesse sido aprovada pelo Congresso, a PF e as polícias estaduais monopolizariam as investigações criminais e de combate à corrupção. Por isso, delegados da PF são favoráveis à PEC 37; já os agentes, temendo um ganho de poder dos delegados, lutaram pela derrubada da emenda.
A direção Polícia Federal foi procurada pela reportagem para comentar esses desentendimentos internos, mas preferiu não se pronunciar.
Leia tudo sobre: PF • Polícia Federal • corrupção • tráfico de drogas

Fontes: Sítios da web.

2° CAMPEONATO DE FUTEBOL SOCIETY DO ANDARAÍ

Domingo 22 de fevereiro jogos entre:

  •      CORINTHIANS X BAHIA 8H
  •       SÃO PAULO X ITAPICURU 9;30

 Podendo haver uma terceira rodada entre;
  •     LAGOINHAS X PIPOCA F.C 10;30

1ª PARTIDA
CORINTHIANS COFEL
X
BAHIA
2ª PARTIDA
SÃO PAULO SAPEAÇUENSE
X
ITAPICURU

3ª PARTIDA SERÁ ENTRE LAGOINHA
 X
PIPOCA F.C.
TABELAS DAS PRÓXIMAS RODADAS
 
 

CAMPEONATO DE FUTEBOL SOCIETY DO ANDARAÍ (CRUZ DAS ALMAS) É REALIZADO POR EDGAR THERRY.


 ALEX SILVA
FOTOS: EDGAR THERRY

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

NOVAS DELAÇÕES PODEM LEVAR LULA À CADEIA E DILMA AO

corrupcao

Reportagem da revista Veja do último fim de semana evidencia o propósito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, em sua nova fase. O objetivo da força-tarefa comandada pelo juiz federal Sergio Moro é obter elementos para a eventual prisão do ex-presidente Lula e o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

De acordo com a reportagem, assinada pelos jornalistas Rodrigo Rangel, Robson Bonin e Bela Megalle, o juiz Moro corre para soltar até março as primeiras sentenças de prisão dos empreiteiros que estão reclusos preventivamente há quase três meses no Paraná.
Uma vez condenados, eles terão mais dificuldades para recorrer em liberdade e poderão passar vários anos atrás das grades – uma ameaça velada que tem sido repetida no cárcere paranaense. Nesse ambiente de terror, a aposta é que alguns empreiteiros farão delações premiadas. E o objetivo dos investigadores é chegar ao ex-presidente Lula e também a Dilma Rousseff.

Por isso mesmo, um dos focos é tentar obter uma delação premiada da empreiteira baiana OAS, tida pela força-tarefa da Lava Jato como uma das mais próximas ao ex-presidente Lula.

A reportagem relata desabafos de personagens como José Adelmário Pinheiro, o principal executivo da empreiteira, e de Agenor Medeiros, seu diretor internacional. No entanto, aponta que o personagem escolhido pela OAS para fazer sua delação premiada é Ricardo Breghirolli, que seria o "homem da mala" da OAS.

A mesma reportagem também cita o caso da prisão de José Sócrates, ex-primeiro-ministro português, evidenciando que o objetivo é constranger o ex-presidente Lula, que é também pré-candidato do PT à presidência da República em 2018.

Em outra frente, aposta-se também na delação premiada do empresário Ricardo Pessoa, acionista da UTC Engenharia. Neste caso, com o propósito de atingir a presidente Dilma Rousseff. Segundo o texto, Pessoa estaria estudando vincular doações oficiais à campanha de 2014 a empréstimos oficiais. De acordo com a reportagem, o atual presidente do BNDES, Luciano Coutinho, teria sinalizado que faria um financiamento a uma empresa do grupo, mas alertou que Pessoa seria visitado logo depois por Edinho Silva, tesoureiro do PT – Coutinho nega.

A revista também relata que o jurista Ives Gandra Martins foi contratado por um pool de empreiteiras para produzir um parecer em que defende o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Gandra diz ter sido contratado por um advogado amigo.


A mesma reportagem também envolve o ex-ministro Antonio Palocci. O motivo é a atuação de Juscelino Dourado, um dos seus braços direitos, na empresa Estre Ambiental, controlada pelo BTG Pactual, que, segundo Paulo Roberto Costa, também teria pago propina a ele. O clima esquenta e os novos alvos da Lava Jato são Lula e Dilma. (brasil 247.com)

Fonte: The Brazilian Post

Marcelo Nilo Presidente da Assembléia Legislativa por 5 mandatos consecutivos.

Marcelo Nilo (PDT) foi escolhido para comandar a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA-BA) pelo quinto mandato consecutivo, dos sete como deputado estadual. Rosemberg Pinto (PT-BA) retirou a candidatura e saiu do plenário com a bancada do Partido dos Trabalhadores (PT), que não votou em protesto ao método de reeleição por tempo indeterminado. A sessão aconteceu na tarde desta segunda-feira (2), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.
Com 11 parlamentares petista a menos, Nilo foi eleito com 51 votos favoráveis e um branco. 
A bancada do PT decidiu, de forma unânime, em reunião no domingo (1°), a posição contrária à reeleição para presidência da Assembleia Legislativa por tempo indefinido. O líder do governo na Alba, Zé Neto (PT-BA), diz não ter votado para acompanhar o governador Rui Costa no voo inaugural que liga agora Feira de Santana a Campinas, em São Paulo (SP). "Me mantive distante disso tudo, foi uma preferência do partido. Eu não estaria lá por conta do voo inaugural. Na condição de líder, vou servir mais de bombeiro do que de gasolina. Fiquei distante desse processo e quero encontrar uma saída tranquila", afirma.

Presidente - Marcelo Nilo (PDT)

Mesa diretora
1° vice-presidente - Adolfo Menezes (PSD)
2° vice-presidente - Tom Araújo (DEM)
3° vice - Carlos Geilson (PTN)
4° vice - Pastor Sargento Isidório (PSC)
1° secretário - Leur Lomanto Júnior (PMDB)
2° secretário - Aderbal Caldas (PP)
3° secretário - Fabricio Falcão (PCdoB)
4° secretário - Sidelvan Nóbrega (PSL).








Fontes da web e fotos Alex Silva